The Salton Sea

 salton_sea.jpg

A silhueta de um homem sentado ao chão em meio a chamas descontroladas, vestindo um fedora e tocando um triste jazz em seu trompete, relembrando Nero e seu violino enquanto Roma era queimada. Esta é a introdução de “A sombra de um homem(The Salton Sea)”.

ph1.jpg

Depois de ver sua esposa ser assassinada sem poder reagir, Tom assume uma identidade falsa, como o viciado Danny, para entrar no submundo afim de descobrir o responsável pelo crime e fazer justiça com as próprias mãos. Como Danny, ele finge ser informante para dois tiras corruptos, Morgan e Garcetti, os quais o forçam a fazer negócio com Urso Pooh(apelidado assim por que cheirou tanto do seu próprio produto que acabou tendo que amputar o nariz),  um violento e renomado traficante.

Para a empreitada ele pede auxilio a seu “amigo” e companheiro de noites de excesso, Jimmy “the Finn”. Este tendo uma relação de quase amor por Danny, faz qualquer coisa para ajudá-lo.  Levando Danny até o alojamento de Pooh, em meio ao deserto, Jimmy espera levantar uma boa grana. Mas só depois de enfrentar situações estressantes diante de Pooh é que eles conseguem fechar um acordo.

ph2.jpg

Logo que Morgan e Garcetti armam a emboscada para pegar Pooh, Danny fica sabendo que quem na verdade assassinou sua esposa foram os tiras para quem trabalha. E é neste ponto que ficamos sabendo que Danny é um agente duplo, trabalhando tambem como informante para o FBI.

Aqui é onde Danny tem de enganar a todos, incluindo o FBI, caso queira fazer justiça ao seu modo. O FBI atrás dos tiras corruptos, os tiras atrás de Pooh, e Danny perseguindo sua vingança contra Garcetti, o homem que atirou em sua amada.

salton_sea_pooh.jpg

O FBI chega apenas em tempo de ver a chacina cometida pelos dois tiras, que se encontram baleados por Danny no chão. Assim tendo vingado sua esposa, ele volta ao seu apartamento, onde é baleado pelo ciumento namorado do seu caso amoroso na historia.

kilmer_ss1.jpg

Voltamos ao ponto inicial, com o quarto em chamas e Danny tentando reaver sua verdadeira identidade como Tom Van Allen.  A escolha é sua; quem ele realmente é? Tom Van Allen,  marido apaixonado, trompetista. Ou Danny Parker, o junkie viciado em metanfetamina e informante de tiras da “narcóticos”?

Se você busca a verdade, você veio ao lugar errado. 

thesaltonseapic.jpg

Direção D. J. Caruso
Produzido por Ken Aguado
Escrito por Tony Gayton
Estrelando Val Kilmer
Vincent D’Onofrio
Peter Sarsgaard
Distribuido por Warner Brothers
Tempo 103 min.
Lingua Inglês

Para fazer o download clique aqui.

Published in: on 9 22UTC 112007vUTC11bThu, 22 Nov 2007 15:21:43 +00002007, 2007 at 22:03  Deixe um comentário  

Cronicamente inviável

vida inviável
cuspida, chutada
atirada num canto

vida interditada
araigada, forçada
chorada em pranto

se com uma mão me apoias
com a outra mão me jogas
sempre empurrando
(motivando)?
para onde me nego a ir
onde não pretendo ficar

me atormenta a idéia
de uma própria não ter
me corroe o pensamento
de saber,
e nada fazer

vida fútil
apagada, amassada
atirada no muro

vida banal
castrada, cansada
jogada no escuro

Por Julien.

l_1420d6f8d97fc21bd7f640f396b3973a.jpg

Published in: on 9 22UTC 112007vUTC11bThu, 22 Nov 2007 00:38:21 +00002007, 2007 at 22:03  Deixe um comentário  

Time Out – Dave Brubeck Quartet

2036521-182982181.jpg

Time Out foi lançado em 1959 pela Dave Brubeck Quartet, baseado na marcação do tempo(métrica músical), que na época era pouco usual no Jazz(na maioria valsa ou “double-time waltz”, mas também  9/8, 14/4, e a mais famosa 5/4).

Muito embora o álbum tenha sido concebido como um experimento(o presidente da Columbia, Goddard Lieberson estava querendo arriscar o lançamento do álbum) e tenha recebido criticas negativas no seu lançamento, ele se tornou o mais conhecido e bem vendido álbum de Jazz, atingindo a segunda colocação na Billboard, na categoria “Pop Albums”, e gerou um single – o “Take Five” de Paul Desmond – que atingiu a quinta colocação na Billboard, na categoria “Adult Contemporary”.

Em 2005, foi um dos 50 álbums escolhidos naquele ano pela “Library of Congress” para ser adicionado ao “National Recording Registry”.

image.jpg

Track listing

No LP original em vinil:

Lado A
  1. “Blue Rondo à la Turk” –6:44
  2. “Strange Meadow Lark” –7:22
  3. “Take Five” –5:24
Lado B
  1. “Three to Get Ready” –5:24
  2. “Kathy’s Waltz” –4:48
  3. “Everybody’s Jumpin’ ” –4:23
  4. “Pick Up Sticks” –4:16

brubeckopt.jpg

Take Five é um clássico da música jazz, gravada pelo quarteto de Dave Brubeck, e ditada no álbum de 1959 Time Out. Composta por Paul Desmond, esta música caracteriza-se pela sua métrica, a cinco tempos, e pela melodia do saxofone. Embora não tivesse sido a primeira composição musical com esta métrica, foi a mais significativa, e a mais famosa, nos EUA, tornando-se um sucesso na rádio, numa época em que o Rock’n Roll estava no seu auge. É também conhecida pelo solo de bateria de Joe Morello.

Lançamento 1959
Gravado 25 de junho, 1 de julho, 18 de agosto, 1959 na Columbia’s 30th Street Studio, New York City
Gênero Cool Jazz, West Coast Jazz
Tempo Total 38:35
Gravadora Columbia Records
Produtor Teo Macero

Para baixar o álbum clique AQUI.

Published in: on 9 12UTC 112007vUTC11bMon, 12 Nov 2007 17:36:00 +00002007, 2007 at 22:03  Comments (1)  

Me disse o monge

friedrich-monk-by-sea1.jpg

Certa vez me disse o monge
em um mar tão profundo
de vasta vida e comtemplação
também a vida se desfaz
pois quando a lucidez abandona
esta é a hora do adeus
o mundo é este mar
transbordando em sabedoria
deixando-se absorver

Me disse o monge certa vez que
mesmo a sabedoria
sendo boa como é
não deveria ser
sorvida pelo de pouca índole
pois mesmo a sabedoria
afoga
quando transmutada
em malicia
devastando-se

Ali se fecha a porta da sabedoria e
se abre a da insanidade
descendo cada vez mais fundo
deixando-se transbordar
em decadência
liqüefazendo-se

Assim me disse o monge

Por Julien.

Published in: on 9 12UTC 112007vUTC11bMon, 12 Nov 2007 00:59:16 +00002007, 2007 at 22:03  Comments (1)  

O velho e o Mar

fish.jpg

A constante luta pela sobrevivência e a relação do homem com o mar formam o alicerce desta obra que foi a última de Ernest Hemingway publicada ainda em vida, na Cuba de 1952.

Santiago é um velho pescador antes respeitado por todos os outros pescadores, mas visto agora como sinônimo de azar e fracasso. A 84 dias sem fisgar peixe algum ele decide empreender uma busca desesperada mar adentro, visando pegar o maior peixe que cruzar o seu caminho. E assim, contando com a sorte que lhe abandonara e com uma pobre provisão de água e uma ísca que lhe foi presenteada pelo seu pequeno aprendis, Manolin, que agora era obrigado pela familia a deixar o velho e a se juntar a pescadores mais afortunados, que Santiago parte na direção do golfo do México, alimentando-se de golfinhos e peixes-voadores. Enfrenta  o sol que lhe fere a visão até quase o deixar cego, e a solidão do alto mar. Falando em voz alta sobre as aventuras do passado o velho finge estar conversando com alguém.

Para sobreviver em alto mar é preciso sabedoria sobre as mudanças climáticas e as correntes marítimas, a localização dos cardumes e o comportamento dos peixes, mas também é necessário contar com a sorte. Após vários dias sem avistar um único peixe finalmente a isca atrai para sí o maior mérlin que já havia visto até então, em seus descomunais 5 metros de comprimento.  A luta dura 3 longos dias, com sol a pino lhe castigando os olhos, e a linha lhe resgando as mãos, até que apenas uma delas continua em condições de opor alguma resistência ao enorme peixe-espada, até que o velho Santiago finalmente vence o peixe. Mas na volta a Havana é constantemente perseguido por tubarões, e escapa de cada um deles e atinge o seu destino apenas para constatar que no fim de sua linha agora resta apenas a carcaça do enorme peixe.  _375154_old_man_marlin_300.jpg

Embora tenha conseguido provar aos outros sua capacidade como bom pescador, o velho tem a nítida impressão de como é a sua existencia. Luta infindável que, apesar das vitórias, garantindo-lhe a sobrevivência, relega a ele a dor, e a busca eterna por uma vida melhor.

Reminiscências do escritor
“Tudo o que nele existia era velho, com exceção dos olhos, que eram da cor do mar, alegres e indomáveis”, assim é descrito Santiago. Alguns críticos de literatura contam que o personagem Santiago foi, na realidade, Gregorio Fuentes, que fora capitão do barco de Hemingway durante os 30 anos que o escritor viveu em Cuba. Conheceram-se em 1928 e, dois anos depois, Hemingway contratou o pescador para ser cozinheiro e capitão do seu barco “Pilar”. Antes de regressar aos Estados Unidos, em 1960, o escritor teria dito ao amigo: “toma conta de ti, como sempre soubeste fazer”.

Visto como atração turística em Cuba após o lançamento do livro, Fuentes decidiu doar o barco ao governo cubano após o suicídio do escritor, em 1961. Ele está exposto em frente à casa onde Hemingway viveu, perto de Havana.

Dois anos após a publicação desse livro, que se tornou um clássico da literatura contemporânea, Hemingway recebeu o prêmio Nobel de Literatura.

noticias20000717013.jpg

Autor: Hernest Hemingway

Editora: Bertrand Brasil

Número de páginas: 110

Published in: on 9 10UTC 112007vUTC11bSat, 10 Nov 2007 14:33:47 +00002007, 2007 at 22:03  Comments (1)  

Il buono, il brutto, il cattivo (1966)

405px-good_the_bad_and_the_ugly_poster.jpg

Il Buono, il brutto, il cattivo (conhecido no Brasil como Três Homens em Conflito) é o mais conhecido Western Spaghetti e o último filme da trilogia dos dólares de Sergio Leone, que inclui Por um punhado de dólares e Por uns punhados a mais. É considerada um prequel dos outros dois, pois no final o ” Estranho sem nome” de Clint Eastwood ganha seu poncho característico. 

good-bad-ugly1.jpg

É estrelado por Clint Eastwood (“Blondie” – loiro, O Bom), Lee Van Cleef (Sentenza “Olhos de Anjo”, o Mau) e Eli Wallach (Tuco Benedicto Pacifico Juan Maria Ramirez, O Feio).

Foi filmado na Espanha. Como nos outros filmes, os atores americanos falaram inglês e os italianos, italiano, problema resolvido com dublagem.

O tema de Ennio Morricone é muito conhecido, sendo usado em todo “duelo” em comédia e foi sampleado na canção “Clint Eastwood” do Gorillaz.tn2_good_bad_ugly_1.jpg

Este filme em minha opinião é a obra suprema do cinema de todos os tempos. A seqüencia final, “The ecstasy of gold”, é soberba em todos os aspectos, desde a edição, fotografia, interpretação, direção e roteiro, até a primordial trilha sonora composta pelo mestre Ennio Morricone. Compondo assim o melhor desfecho já criado para uma pelicula.

Todos os três personagems principais são carismáticos e fortes, e cada um tem seu apelo. Porém, o personagem Tuco, interpretado por Elli Wallach é impagável.  Ele te prende com o seu jeito esperto e sofrido caracteristico daqueles que apanham da vida constantemente, mas em um sentido de piedade por muitas vezes cômico.

SINOPSE

Em plena Guerra Civil Americana, um bandido, Tuco (O Feio) descobre sobre um tesouro, mas não sobre sua localização. Quem o faz é “Blondie”. Então Tuco tem de se aliar a Blondie para chegar à grana. No meio do caminho, o violento oficial “Olhos de Anjo” também descobre sobre o tesouro.

good-bad-ugly.jpg

Clique aqui para fazer o download do filme.

 Itália,  Espanha
1966 ı cor ı 161 min
Direção Sergio Leone
Elenco Clint Eastwood
Lee Van Cleef
Eli Wallach
Roteiro Agenore Incrocci
Furio Scarpelli
Luciano Vincenzoni
Sergio Leone

Género western
Idioma italiano

E aqui para fazer o download da trilha sonora.

Published in: on 9 10UTC 112007vUTC11bSat, 10 Nov 2007 00:14:40 +00002007, 2007 at 22:03  Comments (2)  

Jeff Buckley – Grace (1994)

buckley_jeff_grace_large.jpg

Grace é o único álbum de Jeff Buckley inteiramente produzido em estúdio. Lançado em 23 de Agosto de 1994. O álbum leva o nome da música titulo, “Grace”,  co-escrito por Jeff Buckley e Gary Lucas. Enquanto inialmente o álbum teve uma baixa tiragem, atingindo apenas a 149° colocação no topo da parada americana, ele recebeu grande aclamação por parte dos criticos. Desde a morte de Jeff em 97, parece que o álbum ganha cada vez mais fãs a cada ano, tendo atingido a marca de 2 milhões de cópias vendidas ao redor do globo. Uma versão extendida do álbum foi lançada em 2004, com o subtitulo Legacy Edition, que atingiu a 44° colocação na parada britânica. Esta edição celebra o aniversário de 10 anos do álbum Grace.

kfakfaqmain.jpg

Músicos como  Thom York do Radiohead e Matthew Bellamy do Muse listam Jeff Buckley entre suas influências, e o álbum tem sido ovacionado por artistas como Chris Cornell do Soundgarden e Audioslave, Neial Peart do Rush, Jimmy Page, Robert Plant, e Bob Dylan.

A música titulo, Grace, possui na minha opinião a introdução mais linda já feita para uma música. Além de Jeff demonstrando toda a potência de sua voz e habilidades como compositor. E além de Grace, merecem destaque músicas como Mojo Pin, Last goodbye, So real, e Eternal live.  Há ainda uma versão de Hallelujah, de Leonard Cohen. Música muito utilizada em trilhas sonoras na versão interpretada por Jeff.

jeff_buckley1.jpg

*Para baixar o álbum completo cliqueaqui“.

Published in: on 9 10UTC 112007vUTC11bSat, 10 Nov 2007 00:13:38 +00002007, 2007 at 22:03  Deixe um comentário  

Musashi

Musashi vol.1Musashi vol.1Musashi vol.1

513066873_b537053d951.jpg

Musashi vol.1Este romance épico baseado diretamente na história japonesa narra um período da vida do mais famoso samurai do Japão, que viveu presumivelmente entre 1584 e 1645. O início é antológico, com Musashi recuperando os sentidos em meio a pilhas de cadáveres do lado dos vencidos na famosa batalha de Sekigahara. Perambula a seguir em meio aMusashi vol.1Musashi vol.1Musashi vol.1Musashi vol.1 um Japão em crise onde samurais condenados ao desemprego e à miséria por senhores feudais derrotados semeiam a vilania ditando a lei do mais forte. Musashi será mais um dentre estes inúmeros pequenos tiranos, derrotando impiedosamente quem encontra pela frente até que um monge armado apenas de sua malícia e alguns preceitos filosóficos zen-budistas consegue capturá-lo e pô-lo rudemente à prova. Musashi consegue fugir graças a uma jovem admiradora, para ser novamente capturado, e agora fica três anos confinado numa masmorra onde uma longa penitência toda feita de leituras e reflexões o fará ver um novo sentido para a vida assim como novos usos para sua força e habilidade descomunais. Os caminhos rumo à plenitude do ser jamais são fáceis, e em seus anos de peregrinação em busca da perfeição tanto espiritual quanto guerreira enfrentará os mais diversos adversários, tendo inclusive que sair-se várias vezes de situações desesperadoras. É numa dessas situações que, totalmente acuado, usará pela primeira vez, em meio ao calor da luta e quase inconscientemente de início, a surpreendente técnica das duas espadas, o estilo Niten ichi, que o tornaria famoso pelo resto dos tempos. Após o violento e histórico duelo de Ichioji, Musashi procura abrigo num templo do monte Hiei para recuperar-se física e mentalmente de seus ferimentos. Depois, segue seu caminho de samurai peregrino na rota do aperfeiçoamento filosófico e guerreiro, e também se envolve em duelo particular com a natureza, ao tentar dominá-la, o que não consegue apesar de todo o seu empenho.
O jovem guerreiro incorporando força e agilidade ímpares torna-se também mais humano: desenvolve profunda amizade com um habilíssimo manejador do bastão que por muito pouco não o derrota, além de procurar formar um discípulo à sua imagem na pessoa de um garoto que passa a acompanhá-lo por longo trecho de sua missão. Para não falar da bela jovem que conquistou seu coração, amor que revela o lado sensível e frágil de Musashi, e que na verdade não logra dominar e fazer frutificar.
As imagens de Edo, a futura Tóquio, em frenético desenvolvimento, cujo palpitante submundo deixa antever a metrópole que mais tarde virá a ser, constituem a incursão urbana desta obra predominantemente bucólica e com forte presença de um feudalismo em sofrida modernização.
Toda a trama, no entanto, com suas múltiplas reviravoltas, está inscrita na lógica do esperado e inevitável duelo da ilha de Funashima com Sasaki Kojiro, o outro grande espadachim da época e rival de Musashi em habilidade, tenacidade e sabedoria guerreira. Para o eventual vencedor, não será apenas necessária a melhor técnica, mas também a maior nobreza de espírito.

musashi03.jpg

Eiji Yoshikawa dividiu sua obra em sete livros: A Terra, A Água, O Fogo, O Vento, O Céu, As Duas Forças e A Harmonia Final. Destes, os cinco primeiros são uma referência ao gorin, os cinco elementos básicos de que se compõe, segundo o Budismo, toda e qualquer matéria, ou ainda os ciclos por que passa o espírito humano para alcançar a perfeição, começando pela terra impura até atingir o estágio mais alto, o céu, ou segundo a concepção budista, a paz do nada, o nirvana.
Yoshikawa compõe portanto ao longo dessa longa obra uma magistral metáfora dos duros estágios por que tem de passar um guerreiro para alcançar a perfeição técnica que lhe permite lutar com uma espada em cada mão. De garoto selvagem e sanguinário, Musashi transforma-se aos poucos em guerreiro equilibrado, um espírito evoluído capaz de entender e amar tanto a esgrima quanto as artes, tornando-se assim o maior e mais sábio dos samurais.

Autor: Eiji Yoshikawa

Editora: Estação Liberdade
Ano: 1999
Volume: 1                                       Volume: 2

Número de páginas: 921           Número de páginas: 873

Published in: on 9 09UTC 112007vUTC11bFri, 09 Nov 2007 23:15:57 +00002007, 2007 at 22:03  Comments (1)  

E a bravata tem início.

Sem mais delongas, apenas pretendo comunicar que criei este blog com o único intuito de comentar sobre cinema, literatura e música.

Aqui você vai encontrar dicas sobre filmes que assisti, livros que li, e músicas que ouvi e recomendo. O que não quer dizer que não possa acontecer de pintar por aqui divagações, alucinações e aporrinhamentos. E também não quer dizer que eu não possa escrever sobre filmes, livros e músicas em que eu ainda não tenha “passado a mão”, então fazendo comentários vagos sobre minhas primeiras impressões e o que me levou a ter um pingo de vontade de assim o fazer.

Apresentações feitas, espero que esta seja apenas a primeira de muitas bravatas ainda por vir. Bravata alheia aqui é muito bem vinda. Comente, opine, meta o pau. Mas sempre lembrando que esta é minha pequena lista de preciosidades. Gosto cada um tem o seu, e eu respeito o dos outros, mesmo que o “outro” curta Quem vai ficar com Mary, Gossip Girls, e Polícia não sobe aqui no morro do sapinho.

Brincadeiras à parte, seja bem vindo!

Published in: on 9 09UTC 112007vUTC11bFri, 09 Nov 2007 19:51:40 +00002007, 2007 at 22:03  Deixe um comentário  
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.